Dr. Orlando Tanaka
Artigos
Congressos e Banca Examinadora
Pense Nisto
Sorria
Galeria de Fotos
Links
Entre em Contato

Volta p/ artigos completos

AVALIAÇÃO DO PLANO OCLUSAL EM RELAÇÃO AO PLANO HORIZONTAL DE FRANKFURT, NA DENTIÇÃO MISTA, EM PACIENTES CLASSE I DE ANGLE

OCCLUSAL PLANE EVALUATION IN ANGLE CLASS I MIXED DENTITION

Ricardo Lima Shintcovsk
Tatiana Banzatto Kreia
Orlando Tanaka

RESUMO

É importante para o profissional conhecer os fundamentos da cefalometria, para que se possa analisar e conhecer as limitações que um determinado caso possa apresentar e é, também, de fundamental importância, a determinação do plano oclusal, pois determinará a relação dento-esqueletal. O propósito deste estudo foi avaliar o plano oclusal em relação ao plano horizontal de Frankfurt, na fase da dentição mista, por meio da delimitação do plano oclusal na média do overbite e na borda incisal do incisivo inferior. Utilizou-se 40 telerradiografias da cabeça em norma lateral, obtidas de crianças com idades entre 6 e 8,5 anos, brasileiras, leucodermas, dos gêneros masculino e feminino, e maloclusão com características clínicas semelhantes à Classe I.1 As duas avaliações apresentaram diferença estatística significante a um nível de probabilidade (P<=0,05)

UNITERMOS

Plano oclusal, Plano horizontal de Frankfurt, Cefalometria, Classe I de Angle.

SUMMARY

In Orthodontics it is important to analyze how the occlusal plane is traced so it is possible to determine the dento-esqueletal pattern. The purpose of this study was to evaluate the occusal plane in mixed dentition by bisecting the overlap of distobuccal cusps of the first permanent molars posteriorly to 1) the tip of the lower central incisor and 2) the midpoint of the incisal tip of the mandibular central incisor and the incisal tip of the maxillary central incisor anteriorly. Forty lateral cephalometric radiographs of male and female subjects between the ages of 6 years and 8,5 years were selected on the basis of exhibiting Angle Class I malocclusion. The statistical analyses demonstrated that both occlusal planes have differences.

UNITERMS

Occlusal plane, Frankfurt horizontal plane, Cephalometrics, Angle Class I.

Introdução e Fundamentos Teóricos

Em cefalometria, na elaboração do diagnóstico ortodôntico, a determinação do plano oclusal é de fundamental importância, pois determinará a relação dento-esqueletal, visualizada numa telerradiografia em norma lateral. Mudanças no plano oclusal são eventualmente não intencionais e, às vezes, intencionais durante o tratamento ortodôntico.3

A determinação do plano oclusal é muito controversa na literatura. Este estende-se a partir do ponto médio da ponta da cúspide mesial do primeiro molar superior e inferior, posteriormente, à uma linha que conecta o ponto médio entre a ponta da borda incisal dos incisivos centrais superior e inferior.7 Autores como ROTBERG et al. (1980)20; SCHUDY (1963)21; THAYER (1990)25, utilizam a cúspide distovestibular do primeiro molar superior como referência, enquanto BISHARA et al. (1983)2; ISHIKAWA et al. (1990)12, recomendam a média da sobreposição da cúspide mesiovestibular do primeiro molar superior.

Na região anterior, a média do overbite dos incisivos centrais superiores e inferiores é utilizado por BISHARA et al. (1983)2; ENLOW (1993)8; HUSSELS e NANDA (1984)11; ISHIKAWA et al. (1999)12; JACOBSON (1975)13; PROFFIT e FIELDS (1995)18; ROTBERG et al. (1980)20; SCHUDY (1963)21; STEINER (1953)24.

JACOBSON (1975)14; (1976)13; LANGLADE (1993)15; MIYASHITA (1996)16; MOYERS (1991)17; SCHUDY (1963)21; THAYER (1990)25, descreveram o plano oclusal funcional como o que une a intercuspidação dos primeiros pré-molares, primeiros molares permanentes ou molares decíduos. Em caso de abertura ao nível dos pré-molares, traçar o plano oclusal pelos pré-molares inferiores. Não considerar a posição dos incisivos no traçado deste plano.

GILMORE (1950)9 sugere a borda incisal do incisivo central inferior e a superfície oclusal do primeiro molar permanente, enquanto GRABER (1958)10 delimita a metade do overbite dos molares e, nos casos deste exagerado, recomenda tomar como base o segmento vestibular, compreendido de canino a molar.

THAYER (1990)25 determinou o traçado de três planos oclusais: (1) plano oclusal bissectado: bissecção da sobreposição da cúspide disto vestibular dos primeiros molares permanentes e sobreposição dos incisivos; (2) plano oclusal funcional: próximo aos molares e pré-molares; (3) plano oclusal incisivos inferiores: bissecção da sobreposição da cúspide disto vestibular dos primeiros molares permanentes com a borda incisal dos incisivos inferiores.

O propósito deste estudo é avaliar o plano oclusal em relação ao plano horizontal de Frankfurt, na fase da dentição mista, em pacientes na faixa etária entre 6 e 8,5 anos, Classe I de Angle, e verificar se há ou não diferença significativa na utilização do plano oclusal na média do overbite e em relação à borda incisal do incisivo inferior.

Material e Método

Foram traçados 40 telerradiografias da cabeça em norma lateral, obtidas de indivíduos dos sexos masculino e feminino, não submetidas a tratamento ortodôntico, com idades entre 6 e 8,5 anos, com maloclusão com características semelhantes à Classe I de Angle.1

As telerradiografias, em norma lateral, foram obtidas no Serviço de Radiologia do Curso de Odontologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, de uma forma padronizada, segundo a técnica proposta por BROADBENT(1931)4 e de acordo com as normas aceitas pelo "First Roengenographic Cephalometric Workshop"10 e pelo "Second Research Workshop in Roentgenographic Cephalometrics".22

Durante o posicionamento das crianças no cefalostato, foi recomendado, individualmente, aos mesmos que permanecessem em uma posição de máxima intercuspidação habitual dos dentes (MIH) e mantendo-se os lábios em repouso.

Sobre cada telerradiografia foi fixada, com fita adesiva, folha de poliéster com uma das superfícies opacas, medindo 18 X 17 cm, com espessura de 0.005 polegadas. Os cefalogramas (Figura 1) foram traçados sobre um negatoscópio, utilizando lapiseira com grafite 0,3 milímetros de diâmetro, sempre pelo mesmo operador, em uma sala escurecida, para aumentar o contraste da radiografia e possibilitar a identificação precisa das estruturas anatômicas e pontos cefalométricos utilizados. Para o traçado dos incisivos e molares foi usado o Steiner tracing template.

Após a delimitação das estruturas anatômicas, foram identificados os seguintes pontos e planos cefalométricos de interesse para este trabalho:

Pório (Po) - Ponto mais superior do contorno do meato acústico externo, localizado posteriormente ao processo condilar da mandíbula, diretamente acima do Básio e do processo odontóide do axis. É o ponto mais inferior da margem anterior do forame magno, na base do clívus.16

Orbitário (Or) - Ponto mais inferior do rebordo inferior do contorno da cavidade orbitária esquerda.7

Plano Horizontal de Frankfurt - Tangente traçada do ponto Pório (Po) até o ponto Orbitário (Or) (Figura 2).

Plano oclusal 1 - plano obtido por meio das médias dos entrecruzamentos das cúspides dos primeiros molares permanentes e pela média do overbite dos incisivos centrais superior e inferior permanentes, segundo a imagem na telerradiografia em norma lateral (Figura 2).4

Plano oclusal 2 - plano obtido por meio das médias dos entrecruzamentos das cúspides dos primeiros molares permanentes e pela borda incisal dos incisivos inferiores,25 segundo a imagem na telerradiografia em norma lateral (Figura 2).

Os pontos e planos traçados foram relacionados entre si, obtendo-se medidas angulares registradas com o auxílio de um transferidor cefalométrico Unitek e analisados estatisticamente.

 

FIGURA 1 - CEFALOGRAMA UTILIZADO CLASSE I

FIGURA 2 - PLANOS UTILIZADOS CLASSE II,1
a) plano horizontal de Frankfurt;
b) plano oclusal na média do overbite;
c) plano oclusal na borda do incisivo inferior.

Resultados

Com as medidas do plano oclusal coletadas, elaborou-se a Tabela 1.


TABELA 1 - MEDIDAS DO PLANO OCLUSAL NA MÉDIA DO OVERBITE E NA BORDA INCISAL DO INCISIVO INFERIOR (EM GRAUS)

Indivíduos
POMI
POBI
01
13,0
12,0
02
5,5
5,5
03
8,0
7,0
04
20,0
19,0
05
4,0
5,5
06
6,5
7,0
07
14,0
12,5
08
12,5
13,0
09
6,0
6,0
10
14,0
14,0
11
9,0º
8,5º
12
14,5º
13,0º
13
13,0º
13,0º
14
14,5º
11,0º
15
13,5º
13,5º
16
11,0º
11,0º
17
13,0º
13,0º
18
9,5º
8,0º
19
13,0º
9,5º
20
11,5º
9,0º
21
15,5º
14,0º
22
14,0º
14,5º
23
12,0º
13,0º
24
8,5º
8,5º
25
13,0º
10,0º
26
9,5º
13,5º
27
12,0°
10,0º
28
14,0º
12,0º
29
10,0º
11,0º
30
15,0º
11,5º
31
11,5º
11,0º
32
19,0º
18,0º
33
8,0º
8,0º
34
15,5º
13,0º
35
16,5º
13,5º
36
10,0º
6,5º
37
20,0º
17,0º
38
5,0º
3,0º
39
11,0º
7,0º
40
8,0º
6,0º
  • FONTE: Programa de Pós-Graduação em Odontologia - Ortodontia da PUCPR.
  • NOTAS: POMI - plano oclusal - média do overbite;
  • POBI - plano oclusal - borda incisal do incisivo inferior.

Visando comparar as estimativas das medidas obtidas do plano oclusal passando pela média do overbite com as medidas obtidas do plano oclusal passando pela borda incisal do incisivo inferior, utilizou-se o teste "t" de Student para a comparação de médias de duas populações correlacionadas (dados emparelhados).

O método utilizado consiste em calcular as diferenças di correspondentes a cada par de valores, reduzindo assim os dados a uma única amostra de n diferenças.29

Assumindo-se que as estimativas das medidas obtidas do plano oclusal passando pela média do overbite sejam iguais as estimativas obtidas do plano oclusal passando pela borda incisal do incisivo inferior, equivale testar a hipótese de que a média de todas as diferenças seja igual a zero. Portanto, foram testadas as hipóteses:

Utilizando-se a estatística "t" de Student dada por:

em que

A equação (2) tem distribuição "t" de Student, com (n - 2) graus de liberdade sob a hipótese H0 29, uma vez que (n - 2) é o número de graus de liberdade em que se baseia a estimativa da variância.6 Para um teste com nível de significância a, a hipótese nula deve ser rejeitada se:


TABELA 2 - ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS DAS VARIAÁVEIS POMI E POBI (EM GRAUS)

Variáveis
N
Média Geral
Desvio Padrão
C.V. (%)
Mínimo
Máximo
POMI 40
11.5800
3.8551
32.5322
4.0000
20.0000
POBI 40
10.8000
3.6034
33.3649
3.0000
19.0000

TABELA 3 - TESTE "t " PARA AMOSTRAS DEPENDENTES POMI COM POBI

Variáveis
N
Médias
Desvio Padrão
t
GL
PROB
POMI  
11.8500
3.8551
Diferença 40
1.0500
1.6863
3.938
39
.0002
POBI  
10.8000
3.6034
Significante a um nível de probabilidade P<=0,05

DISCUSSÃO

As divergências de resultados e a utilização dos elementos cefalométricos de diagnóstico, muitas vezes são oriundos, também, de métodos em que diferentes pontos de referência foram utilizados. Os resultados não determinam uma discrepância significativa quando se utiliza a média do overbite e a borda incisal dos incisivos inferiores.

A modificação do plano oclusal pode ser intencional, ou não, no decorrer do tratamento ortodôntico. Observa-se divergência na sua determinação, tanto na região posterior, entre o ponto médio da ponta da cúspide mesial dos primeiros molares superior e inferior 20, 21, 25 ou a cúspide distovestibular do primeiro molar superior,2, 12 associado à média do overbite.

Por outro lado, GILMORE (1950)9 e THAYER (1990)25, utilizaram a borda do incisivo inferior, enquanto outros sugerem a utilização das superfícies oclusais dos molares permanentes e dos molares decíduos ou premolares, não se levando em consideração os incisivos.14, 17, 25

Na elaboração do diagnóstico, deve-se observar se o overbite é devido à extrusão dos incisivos superiores ou dos inferiores, ou à intrusão dos dentes posteriores. Portanto, o exame clínico extra e intra-bucal, na determinação das dimensões verticais, são fundamentais e aliados à cefalometria, tornam os valores cefalométricos e os exames clínicos indefinidos. As características verticais variam de indivíduo para indivíduo, consequentemente, a predominância de determinadas características vem para definir-se como um indivíduo normal, braquifacial ou dolicofacial.

A cefalometria e os valores cefalométricos obtidos não devem ser usados como meio primário para a realização de um diagnóstico diferencial 30 isto é, todos os elementos de diagnóstico devem ser ponderados.

Modificações, aparentemente, mínimas no plano oclusal podem ser indicativas de muito ou nenhum controle no emprego da biomecânica, e as conseqüências podem ser o insucesso ou o sucesso, na obtenção dos objetivos do tratamento ortodôntico, pois mesmo nos casos com Classe I e na amostra utilizada os valores obtidos foram, estatisticamente, significativos.

CONCLUSÃO

Há diferença estatisticamente significativa na utilização do plano oclusal na média do overbite em relação à borda incisal do incisivo inferior, na amostra estudada.

ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA
TATIANA BANZATTO KREIA
Rua Prof. Leonardo Cobbe, 195
82.2002-050 - Curitiba - PR.
Tel: (41) 354-2824
Email: skreia@terra.com.br


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. ANGLE, E. H. Classification of malocclusion. Dental Cosmos, Philadelphia, v.41, n.3, p.248-284, 1899.
  2. BISHARA, S. E. et al. Longitudinal changes in the ANB angle and Wits appraisal: Clinical implications. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 84, n. 2, p. 133-139, Aug. 1983.
  3. BRAUN, S.; LEGAN, H.L. Changes in occlusion related to the cant of the occlusal plane. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 111, p.184-188, Feb. 1997
  4. BROADBENT, B.H. A new X-ray technique and its application to orthodontia. Angle Orthod., Appleton, v. 1, n. 2, p. 45-73, Apr. 1931.
  5. BROADBENT, B. H. et al. Bolton Standards of dentofacial developmental growth. St. Louis: C V Mosby, 1975, 166p.
  6. DRAPER, N.R; SMITH, H. Applied regression analysis. New York : John Wiley & Sons, 1966. 407p.
  7. DOWNS, W.B. Variations in facial relationship: their significance in treatment and prognosis. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 4, n.10, p. 812-840, Oct. 1948.
  8. ENLOW, D.H. Crescimento facial. 3. ed. São Paulo: Ed. Artes Médicas, 1993, 553p.
  9. GILMORE, W.A. Morphology of the adult mandible in Class II, division 1 alocclusion and in excellent occlusion. Angle Orthod., Appleton, v. 20, n.3, p.137-146, July 1950.
  10. GRABER, T. M. Implementation of the roentgenographic cephalometric technique. Am. J. Orthod., St. Louis, v.44, n.12, p.906-932, Dec. 1958.
  11. HUSSELS, W.; NANDA R. Analysis of factors affecting angle ANB. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 85, n. 5, p. 411-423, May 1984.
  12. ISHIKAWA, H. et al. Dentoalveolar compensation related to variations in sagittal jaw relation ships. Angle Orthod., Appleton, v. 69, n. 6, p. 534-538, Feb. 1999.
  13. JACOBSON, A. Application of the "Wits" appraisal. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 70, n. 2, p. 179-189, Aug. 1976.
  14. JACOBSON, A. The "Wits" appraisal of jaw disharmony. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 67, n. 2, p. 125-138, Feb. 1975.
  15. LANGLADE, M. Cefalometria ortodôntica. São Paulo: Ed. Santos, 1993, p. 122-127.
  16. MIYASHITA, K. Contemporary cephalometric radiography. Chicago: Quintessence Publishing Co, 1996, p. 96-159.
  17. MOYERS, R. Ortodontia. Do original: Handbook of Orthodontics, 1988. Revisão técnica por Aloysio Cariello. 4. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991, 483 p.
  18. PROFFIT, W.; FIELDS, H. Ortodontia contemporânea. Do original: Contemporary orthodontics, 1993. Supervisão de tradução por José Nelson Mucha. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995, 596 p.
  19. RIEDEL, R.A. Relation of maxillary structures to cranium in malocclusion and normal occlusion. Angle Orthod., Appleton, v. 22, n. 3, p. 142-145, July 1952.
  20. ROTBERG, S. et al. Predicting the "Wits" appraisal from the ANB angle. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 77, n. 6, p. 636-642, June 1980.
  21. SCHUDY, F. F. Cant of the occlusal plane and axial inclination of teeth. Angle Orthod., Appleton, v. 33, n. 2, p. 69-82, Apr. 1963.
  22. SALZMANN, J. A. The second workshop ou roentgenographic cephalometries. Am.J.Orthod., St. Louis, v.45, p.697 e 716, 1959.
  23. SASSOUNI, V.; FOREST, E. J. Orthodontics in dental practice. St. Louis: Mosby, 1971, 573p.
  24. STEINER, C. C. Cephalometric for you and me. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 39, n. 10, p. 729-755, Oct.1953.
  25. THAYER T. A. Effects of functional versus bisected occlusal planes on the Wits appraisal. Am. J. Orthod., St. Louis, v. 97, n. 5, p. 422-426, May 1990.
  26. TWEED, C.H. The Frankfurt-mandibular plane angle in orthodontic diagnosis, classification, treatment planning and prognosis. Am. J. Orthod. Oral Surg., St. Louis, v. 34, n. 4, p. 175-230, Apr. 1954.
  27. VADEN, J.L.; DALE, J.G.; KLONTZ, H.A. In: GRABER, T.M.; VANARSDALL JR, R.L. Orthodontics - Current principles and techniques, 2. ed., Chicago: Mosby, 1994, p. 639-642.
  28. VILELLA, O.V. Manual de cefalometria. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998, 140p.
  29. WERKEMA, M.C.C; AGUIAR, S. Análise de regressão : como entender o relacionamento entre as variáveis de um processo. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1996. 311 p.
  30. WYLIE, G.A.; FISH, L.C.; EPCKER, B.N. Cephalometrics: a comparison of five analyses currently used in the diagnosis of dentofacial deformities. Int. J. Adult. Orthod. Orthog. Surg., v. 2, n.1, p. 15-36, 1987.

Este artigo está publicado na Ortodontia Gaúcha, v. VI, n.1, p.76-82,
jan./jun.2002 (vide site em links)