11. OVOS FRITOS
Um índio muito velhinho, que morava no alto da cordilheira dos Andes, era famoso por sua prodigiosa memória. FilaS enormes de turistas e curiosos se formavam diante de sua modesta choupana. Todos queriam saber se a fama correspondia à verdade. Certa vez, um turista perguntou ao índio o que ele tinha comido no café da manhã de 23 de fevereiro de 1947.
O índio matutou um pouco e respondeu:
- ovos.
O turista ficou meio encasquetado, mas só era permitida uma pergunta para cada pessoa. Passaram-se muitos anos e, andando pelas ruas de Nova York, o mesmo turista encontrou o índio parado em uma esquina. Ficou perplexo por vê-lo vivo e exclamou:
- Mas como?!!!
E o índio respondeu:
- Fritos.


12. APARÊNCIA
O médico sai do quarto do Sr. Olavo, funcionário público aposentado, e com expressão grave, diz à esposa dele:
- Vou ser franco com a senhora, dona Rita. Não gosto de nada da aparência de seu marido.
E ela, com ar de cúmplice:
- Para dizer a verdade, doutor, eu também não, mas ele sempre foi tão bom para as crianças.


13. AULA DE RELIGIÃO
Dona Marta, professora veterana, insistia nas aulas de religião. Numa dela, perguntou:
- Quem quer ir para o céu?
Todos levantaram a mão, menos o Juquinha.
- Mas por que você não quer ir para o céu?
- Porque minha mãe falou que se hoje eu não voltar para casa depois da aula ela me arrebenta.


14. MÉDICO X PADRE
Um sujeito muito sério, trajando terno e gravata, entra no consultório para fazer um check-up.
O médico pergunta:
- Quantas vezes por mÊs o senhor tem relações sexuais?
- Duas, responde o homem, meio sem jeito.
O médico coça a cabeça e comenta:
- Só isso? Mas a sua saúde é perfeita. O senhor está em plena forma, no auge do vigor físico. Eu, que sou bem mais velho do que o senhor, tenho pelo menos quatro vezes mais relações por mês.
E o paciente:
- Isso pode ser normal para um médico, mas não para mim, que sou padre.


15. RELIGIÃO
Pensativo, analisando a longa barba branca, o cético sábio ponderava:
- Uma das coisas que absolutamente não consigo entender é por que algumas pessoas se convertem a outras religiões. Para que mudar de dúvida?


16. ALUCINAÇÕES
Entra no consultório com homem baixo, com a mão direita dentro do paletó, sobre o estômago, e se apresenta ao psiquiatra:
- Doutor Juvenal, sou Napoleão Bonaparte, muito prazer. Preciso de sua ajuda.
- Dá para perceber, responde o médico.
- Eu mesmo, sendo um imperador não tenho nenhum problema. Nada me falta. Mas minha esposa Josefina me preocupa.
- O que ela tem?
- Alucinações.
- De que tipo?
- Ela cisma que se chama Helena Cunha e inventa que é enfermeira há mais de vinte anos.
- Essa mania tem cura?


17. PERDIDO
Em pleno sábado à tarde, num shopping carioca, Pedrinho se aproxima de um segurança e pergunta:
- Seu guarda, o senhor não viu por aí um homem e uma mulher sem um menino assim do meu tamanho?


18. VASECTOMIA
Andrea e Paula, antigas colegas de ginásio, não se viam havia mais de trinta anos. Um belo dia, encontraram-se no supermercado:
- Tenho dois filhos lindos, a menina já está com 15 anos. E você?, perguntou Andrea.
- Bem, meu marido decidiu fazer vasectomia depois que as crianças fizeram uma votação e o placar deu 13 a 2.


19. DIA DOS NAMORADOS
Robertinho estava feliz da vida.
- Ôba!, vou ganhar presente no Dia dos Namorados.
O amigo estranhou:
- E como você sabe?
- Porque estou namorando a Regininha.
- Namorando?
- Bem, ela ainda não aceitou meu pedido. Mas a gente namora, porque ela já me mandou calar a boca e disse que sou grande sem-vergonha.


20. SOBRENOME
No hospital, a jovem mãe consultava afoita a lista telefônica quando a enfermeira perguntou:
- Posso ajudá-la?
- Estou procurando um nome para o meu filho.
A enfermeira riu, solícita:
- Ah, é isso? Mas nós temos aqui uma lista com uns 500 nomes para crianças.
E a mãe:
- O menino já tem nome, enfermeira. Estou procurando é um sobrenome.