81. MÍNIMO MÚLTIPLO

Felipe chega do colégio e o pai pergunta:

- E aí, filhão, o que você aprendeu hoje?

- A professora me pediu para encontrar o mínimo múltiplo comum de 9 e 12.

- Não pode ser, surpreende-se o pai. Estão procurando desde o tempo em que eu estava na escola. Impossível que até hoje ninguém o tenha encontrado.


82. APÊNDICE

Dona Adelaide flagrou a filha em plena brincadeira de médico. Furiosa, foi direto à casa da vizinha relatar o ocorrido. Muito tranqüila, a mãe respondeu:

- Ora, não se impressione. É natural que as crianças explorem a sexualidade!

- Sexualidade, uma ova! Seu filho estava querendo extrair o apêndice da minha filha!


83. MENTIROSO

Juvenal foi ao jóquei. Antes de fazer as apostas, passou pelas cocheiras para ver os animais. De repente, um cavalo olhou para ele e disse:

- Aposta em mim! Aposta em mim que eu vou ganhar!

Juvenal não teve duvida: apostou tudo que possuía no tal cavalo falante.

Só que, para seu assombro e infelicidade, não ganhou. Revoltado, Juvenal foi tirar satisfação com o cavalo:

- Seu ordinário! Você falou para eu apostar em você, que ia ganhar?

Resposta do cavalo:

- Pó, meu! Alem de falar você queria também que eu não fosse mentiroso?


84. DESCOBERTA

Depois de ser atendido pelo médico, Geraldo sai do consultório e encontra um amigo:

- E aí, tudo bem?

O doutor descobriu o que você tinha?

- Quase. Eu tinha 85 reais e ele cobrou 80.


85. MULHER

Rodolfo e Mauro se encontram na entrada do elevador às duas e meia da manhã:

- Rapaz, o que a sua mulher diz quando você chega a uma hora dessas?

- Eu não tenho mulher, responde Mauro. Eu vivo sozinho.

- Mas então me explique qual razão você tem para chegar tão tarde assim.


86. ARROZ

Os monges de um mosteiro trapista, aqueles que fazem voto de silêncio, pediram ao papa autorização para que pudesse falar. O papa autorizou que um só monge falasse uma vez por ano, uma só frase e que fosse durante a páscoa. No dia marcado, o monge sorteado falou:

- Eu adoro arroz.

Na Páscoa seguinte, outro monge sorteado disse:

- Eu detesto arroz.

Mais um ano se passou e na Páscoa foi a vez do terceiro monge sorteado.

- Por favor, parem com essa discussão!


87. CARNEIRINHO

Aristides,funcionário decano da Receita Federal, tenta explicar ao cidadão por que ele precisa pagar seus impostos:

- Compreenda, este dinheiro que damos ao Estado termina retornando para nós mesmos, porque o Estado cuidará para que não falte nada à comunidade...

- Sei, sei. É mais ou menos como se eu desse ao lobo a tarefa de cuidar dos carneirinhos para eu poder comê-los depois não é isso?


88. TÍMIDO X ASSANHADA

Conversa entre o tímido e a assanhada:

- Diga-me, querido Antunes, você não acha que meus olhos são perolas no oceano?

- Ah..., sim, claro.

- E meus cabelos macios, não fazem você se lembrar de fios de seda?

- Sim.

- Minhas mãos, Antunes, não são tão suaves como a pele de um pêssego?

- Claro!

- Ah, querido, como eu gosto quando você diz essas coisas tão lindas para mim!


89. CORNUDO E FOFOQUEIRO

Ao voltar para casa, Afonso disse para a mulher:

- Estou louco da vida.

- Faz quinze dias que um cara me chama de cornudo quando eu saio do trabalho!

- Calma, querido. Você não deve dar importância para essas chateações do primeiro que aparece. Você sabe muito bem que eu te amo e esse imbecil só quer provocar.

O maridão achou razoável a argumentação da mulher. Dois dias depois, atravessava a rua na saída do trabalho quando ouviu:

- Cornudo, cornudo. E ainda por cima, fofoqueiro!


90. CINEMA

- Marieta, você sabia que existe apenas um entre 1253 brasileiros que mede mais de 1,80 m de altura? comenta o funcionário do IBGE com a mulher.

- E é justamente esse infeliz que sempre senta bem na minha frente no cinema!